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Carros de Luxo

Carros de Luxo, Mercado de Luxo, Negócios do Luxo

A sustentabilidade no segmento de automóveis de luxo

Por Ricardo Ojeda Marins (Artigo publicado no site Gestão do Luxo da FAAP)

Montadoras de carros de luxo apostam na produção de carros híbridos e investem em ações que reduzem o impacto ao meio ambiente

Cada vez mais praticada por empresas de diversos segmentos, a responsabilidade social vem ganhando relevância também no mercado de luxo, e no segmento automotivo não seria diferente. Fatores como o aquecimento global e o aumento da escassez de recursos naturais vêm fazendo com que muitas montadoras modifiquem seus processos de produção e ofereçam a seus clientes opções de automóveis econômicos e menos poluentes, sem, é claro, perder o estilo e o alto valor agregado do produto.

Diversas marcas de prestígio internacional como Ferrari, Porsche, Jaguar e Mercedes-Benz apostam em ações sustentáveis e na produção de automóveis híbridos, unindo altíssimo luxo, potência e menor consumo de combustível, em geral modelos cobiçados por consumidores de alto poder aquisitivo apaixonados por carros, velocidade e engajados em questões ecológicas.

A italiana Ferrari inseriu diferenciais como câmbio de dupla embreagem e injeção direta de combustível em seus automóveis, além de colocar painéis solares para diminuir o consumo de energia elétrica da unidade de sua fábrica na Itália, reduzindo a emissão de dióxido de carbono. A legendária marca está disposta ainda a desenvolver modelos híbridos. É o que mostra o modelo Ferrari 599 Hy-Kers, que teve sua produção experimental e que é, literalmente, uma Ferrari verde. A marca italiana, reconhecida por sua icônica pintura vermelha, ganhou um modelo de cor incomum por uma razão especial: o fato de ela ser a primeira Ferrari híbrida.

O motor elétrico utilizado na Ferrari 599 Hy-Kers pesa apenas 40 quilos e é acoplado ao restante do conjunto com o auxílio de uma de suas duas embreagens existentes na transmissão de sete velocidades, com uma potência superior a 100 cavalos e que pode atuar como um gerador ao armazenar a energia cinética desperdiçada nas frenagens, transformada em energia elétrica por meio dos freios regenerativos. Sua eletricidade alimenta os sistemas auxiliares, como a direção hidráulica, o ar-condicionado e freios, e é também utilizada para abastecer os componentes eletrônicos do veículo. Seu motor elétrico atua também em conjunto com o propulsor movido a gasolina, principalmente em situações que exigem potência extra, como em acelerações ou ultrapassagens. O equipamento é parecido com o mesmo utilizado pela escuderia italiana nas corridas de Fórmula 1.

Renomada por seus modelos esportivos luxuosos, a Porsche também está engajada na produção de automóveis com menor consumo de combustível e menos poluidores, como o modelo híbrido Porsche Cayenne S Hybrid, primeiro automóvel híbrido da montadora que, além de contar com o mesmo motor V6 3.6 litros movido a gasolina, utiliza uma unidade elétrica de 38 KW. Sua fonte de energia elétrica ajuda o veículo a manter o consumo de combustível mais baixo e a reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa. O motor de combustão e o motor elétrico podem trabalhar em conjunto ou separadamente. Quando a energia acumulada se esgota, o motor elétrico é desligado e o automóvel passa a funcionar com gasolina. Há ainda a função de recuperação de energia nas frenagens e desacelerações, além de recarregamento das baterias pelo próprio motor elétrico, que funciona como um gerador.

A marca britânica Jaguar também é destaque no mercado socialmente correto. Aparentemente, seu modelo C-X75 possui o tradicional estilo da grife. Mas, por trás desse aspecto clássico, tem-se um dos carros mais ousados dos últimos anos. Ao invés do tradicional motor V8, ele possui quatro motores elétricos com 195 CV de potência cada um, montados diretamente sobre as rodas. Ao todo são 780 CV, que fazem dele um dos veículos elétricos mais potentes do mercado. Ao invés do motor a gasolina, que serve de apoio nos carros híbridos, o C-X75 tem duas microturbinas movidas a gás, que giram a 80 mil rotações por minuto e produzem a energia necessária para alimentar as baterias, gerando menos poluição do que os motores convencionais. Além disso, suas microturbinas pesam apenas 35 kg cada uma. Essa combinação de fatores ajuda o C-X75 a alcançar 330 km/h e rodar até 900 km a cada recarga. Seu moderno sistema de som foi desenvolvido pela empresa inglesa Bowers & Wilkins, e é formado por uma película que contém dezenas de micro alto-falantes que cobrem todo o revestimento das portas.

Já a alemã Mercedez-Benz inovou ao produzir o modelo S400 Hybrid, que foi o primeiro veículo híbrido vendido oficialmente no Brasil. Esse luxuoso modelo possui motor 3.5 litros V6, de 279 CV, movido a gasolina e auxiliado por um propulsor elétrico, de 20 CV. Porém, diferente do que ocorre em alguns veículos híbridos, o motor abastecido pelas baterias de íons de lítio não opera sozinho, mesmo em baixas velocidades e com pouca demanda por desempenho. O propulsor elétrico apenas soma potência ao bloco a combustão nas situações em que este é mais exigido, economizando combustível e emitindo menos poluentes. As baterias são reabastecidas pelo próprio motor, que solta parte de sua energia para um gerador que a transforma em recarga, e pela energia dissipada pelos freios, algo semelhante à tecnologia Kers utilizada na Fórmula 1. O S400 Hybrid também conta com sistema especial que interrompe o funcionamento do motor em velocidades inferiores a 8 km/h e com o freio pressionado. Sua velocidade máxima é de 250 km/h, enquanto o consumo combinado é de 11,9 km/h. Vale destacar o seu sistema de informação do sistema híbrido. Há uma tela central no painel com uma espécie de raio x do veículo, com informações como o fluxo de gasto ou acúmulo de energia do motor elétrico.

A indústria automotiva vem investindo no segmento de carros híbridos, porém não apenas pela rigidez do mercado atual com relação à ecologia, sustentabilidade e outras questões ambientais. Essas empresas mantêm o foco no consumidor que busca desempenho esportivo, conforto e velocidade em automóveis de alto luxo. A velocidade é valor intrínseco desses automóveis, que proporcionam a seus consumidores o prazer de dirigir em alta velocidade, porém de maneira mais consciente em relação a seus impactos ao meio ambiente. As grandes marcas estão de olho no consumidor de alto poder aquisitivo que busca conforto, velocidade e também se preocupa com as questões globais. Esse é o luxo consciente.

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Rolls-Royce busca atrair consumidores mais jovens

Por Ricardo Ojeda Marins (Artigo publicado no site Gestão do Luxo da FAAP)

Ícone da elegância aristocrática investe no consumidor que dirige o próprio carro

Os luxuosos automóveis Rolls-Royce foram utilizados pela aristocracia no século passado e atualmente continuam a ser utilizados por reis, rainhas e presidentes pelo mundo afora. Muitos atributos e qualidades vêm à nossa mente quando pensamos na prestigiosa marca, porém, jovialidade certamente não é um deles. Fundada em 1906 por Frederik Henry Royce e Charles Stewart Rolls, como resultado de uma parceria realizada entre eles em 1904 em Manchester, no Reino Unido, a marca inglesa que ficou famosa pela fabricação dos mais luxuosos automóveis do mundo quer mudar sua imagem e busca agora atrair jovens consumidores de alto poder aquisitivo. A empresa diz nunca ter trabalhado com agências externas de propaganda e afirma que está em conversação com algumas delas para campanha de seu novo sedã, o modelo Ghost. “Não é algo que já tenhamos feito no Reino Unido anteriormente, mas estamos interessados em conhecer idéias de profissionais de algumas agências com experiência no mercado automotivo”, diz a empresa.

O modelo Ghost inaugura um novo segmento da marca, sendo jovial e menor que o modelo Phantom, seu carro-chefe. O público-alvo é o cliente Rolls-Royce que dirige o próprio carro, buscando o desempenho dos grandes sedãs de luxo, com aparência sóbria e elegante. Externamente, ele apresenta a forte identificação visual da marca, com a inconfundível grade dianteira cromada, e com o símbolo “RR”, sinônimo de sofisticação e exclusividade. Apelidado de “baby roller” em uma tentativa de ser moderno e cool, o modelo é ainda considerado mais aerodinâmico e esportivo, segundo especialistas. Apesar de atrair o consumidor jovem, seu valor segue a precificação dos bens produzidos pela grife. O modelo custa £ 190 mil (cerca de R$ 532 mil).

O luxuoso sedã inglês possui sistema de estabilização Anti-Roll, impedindo a inclinação da carroceria em curvas, sistema Night Vision, que mostra na tela LCD do computador de bordo imagens de uma câmera posicionada na grade dianteira. Isso permite ao motorista ver nitidamente imagens de objetos que estejam a mais de 300 metros de distância. No item segurança, o Ghost é equipado com um sistema que detecta e avisa o motorista sobre mudanças de faixa sem indicação de seta, prevenindo uma sua eventual distração. Mike Pratt, especialista em design, afirma que seu interior em couro é todo costurado à mão e chega a levar duas semanas para ficar pronto, desde a escolha e preparação das peças até seu acabamento. O luxo e a sofisticação estão presentes em cada detalhe, como o guarda-chuva embutido na porta dianteira, que sai do seu compartimento apenas com o toque de um botão.

De acordo com Helmut Riedl, diretor de engenharia da empresa, “o Ghost é um Rolls-Royce”. Isso significa que, apesar de seus extraordinários números de performance, ele foi desenvolvido para oferecer potência refinada. Tais características são ilustradas pelos significativos níveis de torque disponíveis a baixas rotações, o que faz a arrancada ser muito suave e proporciona uma relaxante experiência de dirigir. “Nosso desafio foi preservar o nível de conforto e fornecer a mais interessante e dinâmica pilotagem jamais vista em um Rolls-Royce”, diz ainda Heidl.
Segundo o jornal americano The Wall Street, as vendas do novo modelo Rolls-Royce Ghost – marca de alto luxo pertencente ao Grupo BMW -, saltaram para 220 carros em maio de 2010 contra os 51 no mesmo mês em 2009. Nos primeiros cinco meses, as vendas da Rolls-Royce totalizaram 678 em comparação com 276 veículos no mesmo período do ano anterior.

Para os apaixonados por automóveis e tecnologia, mais uma tentação que certamente aguçará o desejo de adquirir o carro: em parceria com a Apple, foi criado um aplicativo exclusivo do Rolls-Royce Ghost para usuários do iPhone e do iTouch, onde é possível conhecer detalhes do modelo em fotos e vídeos, além de customizá-lo escolhendo uma das 12 cores disponíveis, opções do revestimento em couro, acabamento da madeira e outros. Após montado, seu carro poderá ficar guardado em uma garagem virtual. Puro luxo contemporâneo e interativo.

Ao tentar atrair esse consumidor, a Rolls-Royce deve ser cuidadosa com as estratégias a serem utilizadas. O perigo é, evidentemente, uma campanha de marketing excessivamente ambiciosa trazer aumento de popularidade à marca em curto prazo, porém com o risco de sacrificar a longo prazo seu prestígio e sua credibilidade, uma vez que é símbolo do clássico, da elegância e da exclusividade.

O primeiro automóvel produzido pela Rolls-Royce, em 1906


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Carros antigos: o luxo do passado ainda mais desejado e valorizado

Bugatti Type 57SC Atlantic

Por Ricardo Ojeda Marins (Artigo publicado no site Gestão do Luxo da FAAP)

Modelos antigos atraem colecionadores e apaixonados por carros

Enganam-se os que pensam que o sucesso dos carros antigos ficou no passado. Com certeza eles marcaram épocas, mas ainda estão presentes não apenas em cenas de cinema, mas sim na vida real e são desejados por muitos consumidores, além de altamente valorizados, podendo alguns deles valer alguns milhões de dólares.

No início a indústria automobilística, não tendo referências de modelos anteriores, produzia verdadeiras obras de arte e engenharia criadas a partir de necessidades específicas e os veículos não eram uma mera evolução do modelo anterior. Muito diferente do passado, hoje há maior competitividade, inclusive entre as marcas de automóveis de alto luxo no Brasil e no exterior. E para os carros antigos e históricos, os preços de muitos modelos chegam a ultrapassar qualquer modelo atual de luxo. Com sede em Londres, o Hagi (Historic Automobile Group International), é uma carteira de índices que determina valores de carros raros e clássicos. “Dois fatores determinantes para o preço são os números produzidos e o desempenho de corrida”, diz Dietrich Hatlapa, fundador do Hagi. “Se você tem sucesso de corrida, isso pode significar que o valor do carro supere de 300 a 400%. Porém, se restaurado, o veículo pode ser menos valioso do que o original”, diz ainda Hatlapa.

Ferrari 250 Testarossa 1957

Os grandes eventos de leilões de carros antigos trazem raridades para os admiradores, e gastos que podem ser milionários para os colecionadores. O valor de muitos modelos antigos é realmente alto, mas as pessoas que colecionam compram pelo desejo e emoção. De fato, são carros históricos e raridades que não voltam mais, já que muitos deles tem um charme incomparável e foram produzidos em série limitada. Nesses leilões eles são expostos com pintura nova, motor original e pequenas modificações que deixam o carro ainda mais charmoso, tornando a escolha uma tarefa difícil. Boa parte dos compradores têm o objetivo de realizar exposições, até mesmo porque a quantidade de aficionados pelo tema é enorme.

Em maio de 2010, foi leiloado em Santa Monica, na Califórnia, o carro considerado o mais valioso do mundo. Por mais de US$ 30 milhões, o modelo Bugatti Type 57SC Atlantic, originalmente fabricado em 1936, foi adquirido por um comprador não divulgado. “Estou muito feliz por encontrar o novo comprador desse luxuoso e clássico modelo de 1936, um dos automóveis mais valiosos e importantes do mundo, pertencente a coleções particulares e raramente visto durante as últimas quatro décadas”, diz David Gooding, presidente e fundador da Gooding & Company, empresa que promoveu o leilão. Apenas três modelos Bugatti SC foram fabricados, sendo um deles pertencente ao estilista americano Ralph Lauren, dono de uma invejável coleção de carros.

Ferrari 250 GTO modelo 1963

Muitas são as marcas de carros clássicos históricos desejados por apaixonados e colecionadores. Considerada ícone do mercado de luxo automotivo, a Ferrari não poderia estar ausente. Seu modelo 250 GTO modelo 1963 (foto acima) foi adquirido pelo DJ britânico Chris Evans este ano, por nada menos do que £15milhões, em leilão realizado pela RM Auctions. Apenas 33 unidades deste modelo foram produzidas no mundo. E no mundo dos leilões de carros de luxo também predomina a excelência na apresentação do produto e dos serviços. Um bom exemplo é a estratégia usada pela RM Auctions, organizadora de leilões da Ferrari. Para um seleto grupo de clientes, há um programa de experiências proporcionadas durante os quatro dias que antecedem o dia do leilão, que acontece no centro de logística da equipe de Fórmula 1. O programa inclui visitas ao museu da marca italiana e à sua linha de montagem, além de um passeio até alguns castelos onde ficam coleções particulares, para apreciar alguns dos modelos que foram comprados em leilões anteriores.

Uma das paixões do consumidor brasileiro está ligada a carros e afins. O mercado de carros antigos de luxo é restrito e seletivo, com algumas lojas especializadas no país, contando ainda com a Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA), entidade sem fins lucrativos fundada em 1987 por um grupo de apaixonados por carros antigos. A FBVA coordena as atividades dos clubes associados, como BMW Car Club Brasil, Chrysler Clube do Brasil, Museu do Automóvel de São Paulo e outros, além do calendário de eventos do segmento, sendo filiada a FIVA (Federação Internacional de Veículos Antigos), fundada em 1966 e com sede em Bruxelas. O calendário de eventos do órgão no Brasil é extenso. Durante todo o ano, há exposições em diversas regiões do país.

Em São Paulo, há lojas especializadas em carros antigos esportivos, clássicos, vintage e de alto luxo. A Private Collections, que fica no Jardim Europa, tem um showroom admirável onde podem ser encontrados importados com poucos anos de uso até modelos clássicos e históricos dos anos 50, 60 e outros, como Cadillac, Jaguar, BMW, Mercedes ou ainda uma Maserati ano 1974 com apenas 20 mil quilômetros de uso. De acordo com Ricardo Robertoni, diretor da loja paulistana, um dos fatores que tem encorajado a compra de antigos é a valorização. “A maioria dos carros clássicos não desvaloriza e alguns ainda têm seu preço inflacionado, como é o caso de alguns conversíveis europeus”, diz.  Robertoni afirma ainda que ter carro antigo também representa um estilo de vida.

Encontrar um carro antigo não é o mesmo que encontrar um carro novo ou um lançamento. É uma busca insaciável que faz parte da paixão dos colecionadores e admiradores dessas máquinas que marcaram épocas, fizeram e ainda fazem sucesso além de, em muitos casos, remeter o seu consumidor a momentos inesquecíveis de sua vida, como a infância ou a juventude.

http://www.rmauctions.com/
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Chevrolet Camaro SS chega em breve no Brasil

Por Ricardo Ojeda Marins

Com chegada oficial programada para o Salão do Automóvel que ocorrerá em São Paulo, em Outubro próximo, o Camaro SS, modelo esportivo de luxo da multinacional americana já é alvo dos admiradores e apaixonados por carros. Logo após a confirmação da versão SS do Camaro para o Brasil, a General Motors anunciou que o modelo esportivo será equipado com transmissão automática de seis velocidades, com opção de trocas manuais e borboletas para troca de marcha, sem precisar tiras as mãos do volante. Esse modelo esportivo de luxo é a versão top da linha.

O Camaro SS também conta com sistema de desligamento automático dos cilindros, que em velocidades constantes, desliga quatro dos oito cilindros, economizando combustível. A versão esportiva do muscle car virá ao Brasil equipado também com controle de tração que pode ser desativado, para proporcionar uma condução mais esportiva.

O modelo é equipado com motor V8 de 6.2 litros, 16 válvulas de 406 cv e 55,6 kgfm de torque e controle de tração, de série.

Vale a pena uma visita o site do Camaro SS e conhecer os detalhes internos e externos dessa “máquina”. Para os amantes da velocidade, essa visita pode ser, mesmo sem ainda dirigi-lo, uma experiência tentadora.

Conheça mais detalhes: www.chevroletcamaro.com.br

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O luxo arrojado da Mercedes-Benz modelo CLS 350 2011

Por Ricardo Ojeda Marins

Os apaixonados por automóveis de luxo sabiam que o novo modelo CLS 350 da Mercedes-Benz está pra chegar. E já foram publicadas imagens dessa nova criação da prestigiosa marca alemã. Com lançamento oficial no Paris Motor Show 2010, que ocorrerá durante o período de 02 a 17 de Outubro próximo, o novo modelo coupé 4 portas acaba de ser mostrado ao mundo e promete atrair o desejo de muitos consumidores.

Inicialmente lançado em 2004, o CLS fez tanto sucesso que abriu caminho para um novo segmento de carro. O resultado o novo CLS 2011 chegando para concorrer com outros carros de alto luxo, como Porsche PanameraAston Martin Rapide e Audi A7. A segunda geração do modelo CLS chega agora com aperfeiçoamentos técnicos e estéticos. Puro luxo contemporâneo!

O novo modelo foi fortemente inspirado no conceito shooting brake que a Mercedes vem exibindo no salão do automóvel ao redor do mundo. O estilo do coupé de quatro portas clássico agora é mais arrojado, porém não menos luxuoso. Ele ganhou novo pára-choque dianteiro com luzes de neblina produzidas por LEDs, teve seu conjunto ótico totalmente modificado e apresenta iluminação por projetores, além das luzes de circulação diurna em LED. Na parte traseira, todas as funções de iluminação são emitidas por LEDs. As laterais, antes lisas, agora receberam vincos acentuados, acompanhando a tendência de toda a linha 2011 da marca.

O novo modelo da Mercedes-Benz também teve modificações na parte interna. A tela do computador saiu do console para a parte superior do painel, ficando no mesmo nível do painel de instrumentos. O luxuoso acabamento pode customizado com madeiras nobres, carbono ou black piano. A Mercedes CLS 350 estará disponível com opções de motores V6 e V8, além de uma versão mais esportiva desenvolvida pela AMG.

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Carro de luxo ou consumidor de luxo?

Por Ricardo Ojeda Marins

Quando falamos em carros de luxo, logo nos vem em mente algumas características, como grande, espaçoso, imponente, um V8 ou até mesmo um V12. E é claro, algumas marcas que já estão previamente em nosso pensamento: Mercedes, BMW, Audi, Lexus ou Jaguar.

Mas isso mudou. Hoje em dia, é a marca, com seus atributos intangíveis que conta, ou seja, o sentimento do consumidor pela marca. Portanto, o luxuoso pode não necessariamente ser o produto top da marca. Os modelos de luxo ainda carregam com orgulho a sua marca-mãe, à qual é atrelado sempre o conceito de qualidade intrínseca do produto. Algumas marcas são sinônimo de referência de qualidade, design e prestígio.

Mas amanhã certamente haverá uma outra definição de luxo ou prestígio, porque a percepção dos consumidores está em constante mutação. E a concorrência no mercado automobilístico vem aumentando consideravelmente. No Brasil, por exemplo, modelos de automóveis como os utilitários esportivos de marcas como Toyota, Hyundai, Mitsubishi, Honda e outras, disputam o mesmo público-alvo, o consumidor de alta renda. E como conquistá-lo? Como atendê-lo, entendê-lo e encantá-lo? A conquista deste consumidor de luxo é um desafio mesmo para as marcas tradicionais, e se dará, efetivamente, pelas qualidades intangíveis oferecidas, tornando a aquisição de um carro uma experiência inesquecível. Um bem de luxo deve ser altamente desejado, almejado. Enquanto um bem de luxo é adquirido, pelo menos outras 500 pessoas gostariam de fazer o mesmo. O novo luxo é ser, sentir, experimentar, vivenciar, além de fazer parte do estilo de vida que o produto e a marca lhe proporcionam.

A questão da sustentabilidade também possui relevância e pode ser um dos fatores de decisão de compra. Os fabricantes de automóveis de luxo e até mesmo os do mercado de massa no mundo vem mostrando estudos de concepção de modelos com motores elétricos. A Tesla, fabricante de veículos de motor elétrico “high performance” presente nos Estados Unidos e Europa, por exemplo, apresenta o modelo Tesla Roadster(foto), esportivo de alto luxo com preço em torno de US$ 130mil. Mesmo ainda sem essa possibilidade no Brasil, o consumidor do luxo contemporâneo busca, além de realizar seus desejos e experiências, um comprometimento com o meio-ambiente, dando preferência a carros com menor índice de poluição. Esse é o luxo sustentável e consciente.

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Lexus revela seu esportivo de luxo LFA, de 375 mil dólares

Por Ricardo Ojeda Marins

O Lexus LFA irá retornar a um dos seus cenários de sua concepção: o circuito de Nürburgring, na Alemanha. A pista, utilizada por 10 em cada 10 fabricantes para ajustar modelos esportivos, foi um dos celeiros para a criação do LFA, o primeiro superesportivo de alto luxo do grupo Toyota. E o retorno não poderia ser em melhor estilo. A Lexus reservou duas unidades dessa poderosa “máquina” para competir nas 24 horas de Nürburgring, uma das mais tradicionais corridas de resistência do mundo.

O queridinho de longa data de fotógrafos do famoso circuito alemão é uma oponente “super máquina” que, após longos dez anos de desenvolvimento, busca redefinir uma marca que veio para ser conhecida por construir carros que façam seus ocupantes desfrutarem da sensação de “flutuar”, além de ser, é claro, desejada pelos apaixonados por carros.

O LFA possui uma estrutura que é a prova de um estudo da eficiência aerodinâmica. Seu motor é 4.8 V10 de 552 cavalos, montado na frente. O preço para presentear-se com este pequeno mimo gira em torno de US$ 375mil, mas em uma tentativa de frustrar os especuladores que pretendam revendê-los imediatamente com preços inflacionados, a empresa planeja oferecer o carro nos Estados Unidos apenas através de locação por dois anos, com preço mensal ainda não divulgado. Poucos afortunados locatários americanos ainda poderão ter seus carros construídos por encomenda, e ter o privilégio de escolher entre 30 cores. Isso é que é um luxo customizado.

Apesar do preço do LFA, sua controladora, a Toyota, poderá sofrer uma perda em cada carro. Os planos para a criação de apenas 20 unidades por mês durante 25 meses consecutivos renderão a produção total de 500 veículos, dos quais apenas 150 atenderão à América. As entregas devem ter início no início de 2011.

Conheça mais detalhes:

http://www.lexus-lfa.com/

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