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Mercado de Luxo

Luxo no Brasil, Negócios do Luxo, Varejo de Luxo

InBrands enriquece seu portfólio com as grifes Richards e Salinas

Por Ricardo Ojeda Marins

A InBrands e a Cia de Marcas anunciaram a associação firmada entre os dois grupos. As grifes cariocas Richards, Salinas, e Bintang, que compõem a Cia das Marcas, se unem ao portfólio já formado por renomadas grifes como Isabela Capeto, Alexandre Herchcovitch e 2nd Floor.

De acordo com o comunicado oficial da InBrands, os atuais sócios e gestores de cada marca continuarão à frente da direção criativa e comercial – Ricardo Ferreira, no comando da Richards e Jacqueline De Biase, no comando da Salinas. A proposta do grupo é beneficiar todas as outras grifes que fazem parte do portfólio da InBrands com a experiência em varejo da Richards, que conta com um patrimônio sólido:  67 lojas no Brasil, cerca de 180 pontos de venda, 2 lojas em Portugal, além de seu e-commerce para o público masculino e feminino. Vale lembrar que a Richards, fundada em 1974, foi a grife pioneira em lançar no Brasil um novo conceito de moda associado a um estilo de vida informal, requintado e casual.

Segundo a InBrands, essa união cria condições para um avanço significativo na estratégia da holding de construir uma plataforma de negócios eficiente e moderna para o setor de moda e vestuário no Brasil. Com este novo negócio, a holding, que confirma seu status de principal grupo de moda do país, prevê faturamento de mais de R$ 500 milhões para este ano.

Conheça mais detalhes: http://www.inbrands.com.br/

Hotéis de Luxo, Negócios do Luxo, Serviços de Luxo, Viagens e Turismo

Grife Louis Vuitton investe em hotéis de luxo

Por Ricardo Ojeda Marins

O grupo LVMH, maior conglomerado de grifes de artigos de luxo, vai entrar no negócio de gestão de hotéis de alto luxo, através de uma parceria inicial com a companhia egípcia Orascom Development Holdings para a construção de dois complexos turísticos no Oriente Médio.
Os hotéis portarão a marca Cheval Blanc, a mesma do complexo de esqui inaugurado na França em 2006 pelo Group Arnault – holding familiar de Bernard Arnault – presidente do conselho da LVMH.

Os hotéis também destacarão algumas das demais marcas do grupo LVMH -o resort Cheval Blanc, em Courchevel, estrelado no guia “Michelin”, oferece lojas Louis Vuitton e Dior, bem como um spa com a grife Givenchy.

Diversas marcas de moda e de luxo se diversificaram para o ramo da hotelaria, entre as quais Armani, Bulgari, e Versace. Seguindo essa tendência, a Louis Vuitton não poderia ficar de fora. A grife francesa é considerada uma das mais desejadas e alvo de cópia pelo mundo, um ícone do segmento, além de ser uma das grifes mais importantes do grupo LMVH, detentora também de marcas como Fendi, Acqua di Parma e Moët & Chandon.

A estratégia do grupo francês segue uma tendência de atrelar marcas consagradas à empreendimentos de serviços de luxo e que traz vantagens a todos do empreendimento. O grupo LMVH receberá royalties de seus parceiros e terá a oportunidade de exibir suas marcas. Os dois primeiros hotéis, que devem ser inaugurados em 2012 no Egito e em Omã, serão financiados majoritariamente pela Orascom. A LVMH administrará as casas e receberá uma porcentagem do faturamento e dos lucros. Os projetos custarão cerca de US$ 100 milhões, e a Orascom entrará com parte do valor, sendo o restante do capital vindo de outros investidores, entre eles o governo de Omã e bancos.

O hotel em Omã será um complexo de 32 casas privativas, a menor das quais com área de 500 metros quadrados. Todas elas terão praia e piscina exclusivas. No Egito, o hotel de 40 suítes ficará em uma ilha no rio Nilo, em Aswan.

Conheça mais sobre o grupo LMVH: http://www.lvmh.com/

Mercado de Luxo, Negócios do Luxo

O Novo Luxo: a busca de uma existência mais simples traz um valor essencial: o “ter” dá lugar ao “ser”

Por Ricardo Ojeda Marins

O comportamento do consumidor de luxo vem mudando e não é de hoje. Na verdade ele vem passando por uma revolução.  Se antes o luxo era atrelado à ostentação e ao excesso, hoje ele é mais consciente e está totalmente ligado a sensações e experiências. O consumidor contemporâneo está mais preocupado com o seu bem-estar. É o que indicam empresas de estudo de tendências. O novo luxo. Esse é o nome dado ao fenômeno que tem como premissa a busca de uma existência mais simples e, portanto, sem ostentação. Segundo Andrea Bisker, diretora da WGSN na América do Sul (empresa líder mundial em pesquisa de tendências, fundada em Londres em 1998), o valor de um bem móvel ou acessório fashion hoje tem mais ligação com o significado que ele representa do que com a quantidade de dinheiro desembolsado.

De acordo com Luz Vaalor, diretora da consultoria Valor Luxury Lab e palestrante do Mercado de Luxo, o luxo contemporâneo deixa de ter como objeto o produto em si e desloca-se para o subjetivo universo do consumidor, repleto de sentimentos, necessidades e valores que envolvem especialmente o aprimoramento sociológico do indivíduo. Hoje envolvido em questões como responsabilidade social e ecológica, o consumidor tem parâmetros para avaliar produtos ou serviços que, além de “lhe tocarem o coração” respondam à sua preocupação com valores essenciais à própria “moral da marca”, envolvendo pontos como a integridade da origem e da produção de seus produtos.

Fatores sócio-econômicos, por exemplo, podem explicar a mudança. É o caso da globalização ou da informação democratizada pela tecnologia, responsável por levar a um maior número de consumidores conteúdos antes restritos. Questões ambientais também são relevantes, incentivando a postura “eco-friendly”.

Esse consumidor não está apenas mais exigente, antenado e consciente com relação ao meio-ambiente e causas sociais. Ele busca a excelência em produtos e serviços, porém mais do que isso, ele busca ser atendido, entendido e busca experiências inesquecíveis. Você e sua empresa estão preparados para entendê-los e surpreendê-los?

Arte e Luxo, Hotéis de Luxo, Negócios do Luxo, Viagens e Turismo

Mansão de Gianni Versace é hoje hotel de luxo em Miami

Por Ricardo Ojeda Marins

Após ficar fechada por quase 13 anos, a mansão que pertenceu ao estilista italiano Gianni Versace, em Miami, é reaberta com o nome The Villa by Barton G., um hotel de luxo localizado na praia de South Beach. Construída em 1930 pelo arquiteto Alden Freeman, a Casa Casuarina, atual The Villa, do empresário Barton G. Weiss, é hoje um espaço que promete a seus hóspedes usufruir de experiências excepcionais em uma das cidades mais badaladas dos Estados Unidos, com um serviço inigualável e suítes elegantemente decoradas, preparadas para agradar aos mais exigentes viajantes.

Deleite-se sendo um hóspede de uma das 10 suítes elegantemente decoradas do Villa, com camas king size, banheiros espaçosos em mármore italiano, amplo closet. Você ainda poderá ter o privilégio de admirar o sol ou as estrelas de um dos salões superiores, jantar no restaurante do Villa, ou optar por café da manhã ou almoço à beira da piscina. Em apenas alguns passos do hotel, ainda poderá desfrutar de bons restaurantes, lojas e entretenimento.

As “amenities” do Villa incluem mordomos treinados na Inglaterra, lençóis de linho da grife Frette, produtos Thierry Mugler, Kindle para ler seu e-book preferido e é claro, internet wi-fi em toda a imensa propriedade.

Barton G. sabiamente achou que seria um bom negócio transformar a casa de Versace novamente em um ponto conhecido da cidade – mas fez questão de manter o gosto do estilista por dourados e tecidos suntuosos.

Além de poder ser um hóspede desse verdadeiro oásis, também pode realizar-se ali o seu evento pessoal ou corporativo, casamentos, recepções e proporcionar a você e a seus convidados uma festa admirada e inesquecível.

Conheça mais detalhes:  http://www.thevillabybartong.com/

Mercado de Luxo, Serviços de Luxo, Viagens e Turismo

Maharajas Express chega para proporcionar viagens inesquecíveis pela Índia

Por Ricardo Ojeda Marins

Há alguns dias o luxuoso trem Maharajas Express, na Índia, realizou em grande estilo a estréia de suas viagens, oferecendo a seus passageiros o mais refinado transporte, com um tíquete de menor valor a partir de US$ 800 por pessoa, por noite, e promete proporcionar uma qualidade excepcional nos serviços.

O trem, de 23 vagões, comporta até 84 passageiros com vários níveis de refinamento. Por exemplo, para usufruir de uma noite na suíte presidencial, desembolsa-se US$ 2.500 por pessoa. Ocupando um vagão inteiro, é composta por dois camarotes e ainda uma banheira.

Um trem que nunca fica aquém de suas expectativas, prometendo-lhe uma experiência de rei, o Maharajas Express oferece cinco carruagens para cabines de luxo, seis para suítes Junior, duas para suítes e uma para a suíte Presidencial. Cada cabine tem grandes janelas panorâmicas – um projeto desenvolvido pela Integral Coach Factory, Chennai. Assim você terá o privilégio de saborear cada pedaço magnífico da Índia. Todas as cabines de passageiros vêm com controle individual de temperatura e instalações de última geração. Televisores LCD, aparelhos de DVD, telefone com discagem direta e Internet, para citar alguns. Cada cabine tem também o seu próprio cofre eletrônico.

Além das áreas privadas, o luxuoso trem possui dois restaurantes que servem comida indiana e ocidental, um bar, mesas de jogo e um lounge. Uma das principais vantagens do novo serviço é que o Maharajas Express pode viajar por toda a Índia, enquanto outros serviços exclusivos são geralmente restritos aos estados individuais. Uma das opções de viagem é o “Royal India”, que vai de Delhi até Mumbai e tem duração de 6 noites, e pode custar US$ 17.500 por pessoa na suíte presidencial ou US$ 5.600 na cabine de luxo.

Se você deseja privacidade total ou quer realizar um evento em um ambiente cheio de mistérios, o Maharajas Express está disponível para ser fretado por empresas, agências ou pessoas de todo o mundo para viagens de incentivo, conferências, casamentos ou demais eventos exclusivos, oferecendo a seu passageiro uma experiência luxuosa e memorável.

Conheça mais detalhes:

http://www.rirtl.com/

Carros de Luxo, Mercado de Luxo, Negócios do Luxo

Lexus revela seu esportivo de luxo LFA, de 375 mil dólares

Por Ricardo Ojeda Marins

O Lexus LFA irá retornar a um dos seus cenários de sua concepção: o circuito de Nürburgring, na Alemanha. A pista, utilizada por 10 em cada 10 fabricantes para ajustar modelos esportivos, foi um dos celeiros para a criação do LFA, o primeiro superesportivo de alto luxo do grupo Toyota. E o retorno não poderia ser em melhor estilo. A Lexus reservou duas unidades dessa poderosa “máquina” para competir nas 24 horas de Nürburgring, uma das mais tradicionais corridas de resistência do mundo.

O queridinho de longa data de fotógrafos do famoso circuito alemão é uma oponente “super máquina” que, após longos dez anos de desenvolvimento, busca redefinir uma marca que veio para ser conhecida por construir carros que façam seus ocupantes desfrutarem da sensação de “flutuar”, além de ser, é claro, desejada pelos apaixonados por carros.

O LFA possui uma estrutura que é a prova de um estudo da eficiência aerodinâmica. Seu motor é 4.8 V10 de 552 cavalos, montado na frente. O preço para presentear-se com este pequeno mimo gira em torno de US$ 375mil, mas em uma tentativa de frustrar os especuladores que pretendam revendê-los imediatamente com preços inflacionados, a empresa planeja oferecer o carro nos Estados Unidos apenas através de locação por dois anos, com preço mensal ainda não divulgado. Poucos afortunados locatários americanos ainda poderão ter seus carros construídos por encomenda, e ter o privilégio de escolher entre 30 cores. Isso é que é um luxo customizado.

Apesar do preço do LFA, sua controladora, a Toyota, poderá sofrer uma perda em cada carro. Os planos para a criação de apenas 20 unidades por mês durante 25 meses consecutivos renderão a produção total de 500 veículos, dos quais apenas 150 atenderão à América. As entregas devem ter início no início de 2011.

Conheça mais detalhes:

http://www.lexus-lfa.com/

Mercado de Luxo, Negócios do Luxo, Serviços de Luxo

Luxo Consciente : Sustentabilidade como ferramenta de conquista de simpatia do consumidor

Tiffany Sustainability

Por Ricardo Ojeda Marins

As grandes e prestigiosas marcas de luxo sempre foram conhecidas por sua incrível e capacidade de lançar tendências. Basta que um acessório, cor ou tecido seja apresentado com sucesso nas passarelas para a novidade ser alvo de desejo presente nas maiores redes de varejo de moda distribuídas pelo mundo. Porém, a recente crise econômica que abateu boa parte da economia de países desenvolvidos e o surto de comedimento gerado por ela inverteram esse processo. Agora, as grandes grifes que perseguem uma “moda”: a da sustentabilidade. Claro que não nasceu um repentino amor pelas florestas ou por comunidades de países devastados por guerras e pela miséria. Muitas companhias foram sensibilizadas por uma lógica puramente econômica. Nos últimos dois anos, segundo dados da consultoria Bain & Company, o mercado de luxo mundial sofreu retração de mais de 10% – uma conta de quase 25 bilhões de dólares. Para enfrentar esses tempos difíceis, as marcas de luxo encontraram no apelo ecológico e na postura politicamente correta a maneira mais eficiente de fazer com que o consumidor não se sinta tão culpado ao desembolsar uma pequena fortuna por uma bolsa ou uma roupa tão desejada.

O primeiro a aderir ao “luxo com consciência” foi o grupo LVMH, dono de marcas como Fendi, Louis Vuitton e Donna Karan. Em maio de 2009, o maior conglomerado de luxo do mundo adquiriu 50% de participação na grife Edun, que foi criada pelo cantor Bono Vox para promover o desenvolvimento em países pobres – o algodão usado nas peças, por exemplo, é cultivado por pequenos produtores da África. Outras grifes internacionais, como a Tiffany&Co, que deixou de empregar corais na fabricação de suas jóias, também vem participando ativamente com políticas de responsabilidade social. Na foto acima, pode-se observar uma peça de edição limitada, criada por Marc Jacobs exclusivamente para campanha beneficente da grife Louis Vuitton, em leilão realizado em Londres no ano passado.

Uma das estratégias mais estruturadas é a da Cartier, responsável pela compra de 1% de todo diamante usado em jóias no planeta. A marca francesa mobilizou o Responsible Jewellery Council, que reúne 150 fabricantes de jóias, para convencer todos os associados a exigir de seus fornecedores uma certificação ambiental e social – de modo a garantir que as pedras preciosas utilizadas em suas peças não tenham nenhuma ligação com zonas de conflito, sobretudo na África.

Embora o ímpeto sustentável tenha se intensificado em 2009, algumas marcas de luxo já vem empenhando-se numa espécie de marketing verde há pelo menos cinco anos. Apesar do engajamento demonstrado por elas, ainda é cedo para saber se o apelo ecológico veio mesmo para ficar – ou se não passa de mero artifício para enfrentar os tempos duros. Como boa parte dessas empresas não revela quanto vem sendo investido, fica difícil saber o seu real grau de comprometimento. Seja apenas por estratégia e/ou pela conscientização em si, o importante é saber que, boa parte das marcas tem uma política de sustentabilidade que, aliás, é algo admirado pelo consumidor contemporâneo e fator decisivo de compra para muitos. O consumidor contemporâneo está disposto a pagar uma fortuna por um bem de luxo e a reputação da empresa será, com certeza, algo que o tornará um consumidor do luxo consciente.

Você e a sua empresa estão preparados para engajar-se nesse movimento?

Mercado de Luxo

Nem só de glamour vive o Mercado do Luxo

Versace Rome

Por Ricardo Ojeda Marins

Quando Gianni Versace fundou a sua grife, em 1978, a marca logo tornou-se prestigiosa no mundo fashion, conquistando, inclusive, celebridades como Catherine Zeta Jones e Julianne Moore. Mas, nos últimos anos, principalmente depois de sua morte, a grife sofreu com a falta de identidade – o que se agravou com a crise econômica no final de 2008. Em 2009, a empresa faturou cerca de 19% a menos do que em 2008, fechou suas lojas no Japão e amargou um prejuízo de 30 milhões de euros. A reação, um pouco tardia, chegará apenas no final de 2010. Além de ter demitido mais de 300 funcionários, a grife prepara o relançamento da Versus, uma linha de roupas mais joviais, e preços mais acessíveis.

A Versus chega ao consumidor como uma tentativa de superar a crise. Uma estratégia válida, porém tardia, demorada e complicada, pois a moda vende sonhos. O consumidor não quer saber a realidade problemática por trás dos produtos, e sim buscar experiências e a sensação de ser único.

O problema da grife foi ter sempre optado por vender produtos top de linha, de preços elevados, e não ter subdivisões ou marcas secundárias, com preços mais acessíveis. Esse conceito conhecido como masstige, contração das palavras inglesas mass (massa) e prestige (prestígio), no qual o alto luxo surge para emprestar status aos produtos de maior volume, é muito adotado pelo estilista italiano Giorgio Armani, um mestre nessa área. O grupo Armani possui diferentes linhas de marcas, que vão do alto luxo ao luxo acessível. A Versace relutou em adotar essa estratégia.

Certamente a mencionada crise teve sua parcela de culpa para os negócios da marca sofrerem uma queda, porém desde que Versace faleceu, a designer Donatella Versace, sua irmã, foi obrigada a assumir o controle da marca, mesmo deixando claro que estava mais feliz atuando em segundo plano. De lá para cá, foram sucessivas crises e discussões entre a designer e Giancarlo Di Risio, ex-presidente executivo – que por muito tempo salvou a empresa do vermelho – levaram à saída do executivo em maio de 2009. Desde então, a Versace contratou um novo diretor-presidente, Gian Giacomo Ferraris, que atualmente está reestruturando os negócios da empresa. Outro agravante tem sido a imagem de Donatella, sempre associada a escândalos, como uso de drogas e plásticas excessivas. Em um tempo em que estilistas são celebridades e são a alma do negócio, uma imagem negativa pesa mais do que muitas peças de Versace.

Versace é uma marca forte, muito desejada e valorizada e será capaz de superar as dificuldades.

Aviação, Mercado de Luxo, Serviços de Luxo, Viagens e Turismo

British Airways cria nova cabine luxuosa para primeira-classe

Por Ricardo Ojeda Marins

Buscando proporcionar novas experiências de viagem a seus passageiros, a companhia aérea British Airways lança sua nova cabine primeira-classe. Luxuosa e moderna, inclui um guarda-roupa pessoal, uma cama com mais da metade de largura se comparada à anterior, uma mesa revestida em couro para trabalhar e que se converte em mesa de jantar, além de persianas eletrônicas pessoais. Esse mais novo luxuoso serviço já foi lançado inicialmente em aeronaves B777 que realiza vôos de Londres (Heathrow) para Chicago.

E quando você estiver pronto para dormir, ainda poderá optar por vestir pijamas de algodão e solicitar o serviço no qual o assento pode tornar-se uma cama totalmente plana, com edredom de algodão egípcio 400 fios e almofadas. A cabine também vem com “amenities”, incluindo gel de olhos, batom e hidratante da marca britânica DR Harris, uma das mais tradicionais e que utiliza apenas ingredientes naturais.

Foram investidas cerca de 100 milhões de libras esterlinas (cerca de R$ 320 milhões) pela British Airways neste luxuoso serviço, proporcionando ao consumidor do luxo contemporâneo o luxo e a sofisticação da tradicional first class, com design moderno, um ambiente luxuoso e acolhedor, criando à bordo uma experiência única e especial,  redefinindo a viagem de luxo e deixando-a longe de ser entediante.

A British Airways pretende estender esse luxo contemporâneo em suas outras 70 aeronaves, em um período de até 24 meses.

Conheça mais detalhes:

http://www.britishairways.com/travel/home/public/en_gb

Mercado de Luxo, Varejo de Luxo

Hermès inaugura loja dedicada ao público masculino em Nova York

Por Ricardo Ojeda Marins

A grife francesa Hermès, famosa por ter criado peças exclusivas como a bolsa Kelly, em homenagem à atriz e princesa Grace Kelly e também por seus lenços, e bolsas, também é admirada e desejada pelo público masculino, e não apenas por suas tradicionais gravatas.

Foi inaugurada uma nova loja Hermès em Nova York e não é apenas mais um ponto de venda da renomada marca. O novo espaço é dedicado exclusivamente ao universo masculino, um espaço com seus objetos extraordinários e alvo de desejo do homem sofisticado. Um “must see” do momento, em plena Madison Avenue, Nova York, do outro lado da já existente flagship da marca e com vizinhos ilustres como Chanel, Christian Louboutin e Oscar de la Renta.

São 4 andares decorados com muita sofisticação, onde o cliente masculino pode adquirir peças como camisas, ternos, relógios, sapatos, perfumes, acessórios e objetos de decoração – alguns deles vendidos apenas sob encomenda. Apesar de os produtos não serem novidade para os homens, a iniciativa de criar um ambiente totalmente voltado a eles causou um impacto positivo.

Com a estratégia de distribuição altamente seletiva, a grife pretende proporcionar ao seu público masculino um espaço único que reúne criações alvo de desejo e proporciona sensações únicas e de bem-estar, sempre mantendo a tradição da grife, fundada em 1837.

Conheça mais detalhes:

http://www.hermes.com/

Mercado de Luxo, Varejo de Luxo

Galeries Lafayette em ritmo de expansão internacional

Por Ricardo Ojeda Marins

A francesa luxuosa loja de departamentos Galeries Lafayette continua em expansão internacional além do continente europeu, desde 2009 nos Emirados Árabes Unidos e com uma loja abrindo em Beijing este ano. A empresa também vê possibilidades de abertura de lojas no Marrocos e na Tunísia. Galeries Lafayette, assim, vem ganhando uma vantagem competitiva internacionalmente contra alguns de seus concorrentes diretos, como Saks Fifth Avenue, Harvey Nichols e Bloomingdales, esta última com programação de abrir sua primeira loja internacional no Dubai Mall, o principal shopping dos Emirados Árabes.

Embora isso pareça ser a solução ideal para a redução de vendas em empresas de varejo em seus países de origem, o excesso de expansão internacional pode ter um efeito prejudicial a longo prazo sobre sua reputação e reconhecimento da marca. É fundamental, durante um planejamento, primar por uma política de distribuição seletiva, para que a marca esteja presente em países/cidades em que a mesma tenha o seu valor reconhecido, e que prime por um mix de marcas e produtos compatíveis com a cultura e demanda do país em questão.

Muitas das lojas Galeries Lafayette fora da França incluem um mix de marcas menos luxuosas e os níveis de serviço ao cliente deixam a desejar, principalmente quando comparados à flagship de Paris, fundada em 1895, ou a loja de Berlim.

Conheça mais detalhes:

http://www.galerieslafayette.com/

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