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Negócios do Luxo

Luxo no Brasil, Mercado de Luxo, Negócios do Luxo, Varejo de Luxo

Chanel elege Shopping Leblon para sua primeira loja de perfumes na América do Sul

Por Ricardo Ojeda Marins

Para as apaixonadas pela legendária grife Chanel, uma notícia tentadora para o consumo. Uma loja exclusiva de perfumes Chanel no Brasil. Inaugurada há cerca de um mês, tendo escolhido o Shopping Leblon, no Rio de Janeiro, para sediar a sua primeira boutique Parfums & Beauté na América do Sul, a grife disponibiliza em seu luxuoso espaço desde a perfumaria clássica aos novíssimos esmaltes-desejo. Pela primeira vez numa filial brasileira, os produtos de todas as coleções de maquiagem lançadas durante as 4 estações do ano estarão disponíveis.

As clientes também contam com consultas a especialistas em maquiagem e tratamento, além de testar os produtos indicados para o seu tipo de pele e personalidade.

Agora o melhor do melhor: um bar olfativo, criado por Christopher Sheldrake, perfumista da Chanel. Ali será possível experimentar e descobrir qual é sua fragrância preferida. Quem passar por ali ainda terá o privilégio de encontrar a linha Les Esclusifs, que são frascos de fragrâncias raras desenvolvidos por Ernest Beaux, perfumista de Mademoiselle Chanel, hoje repaginados por Jacques Polge, exclusivo da maison há 30 anos. O espaço realmente promete proporcionar a seu público-alvo o privilégio de usufruir de experiências e sensações.

Aviação, Luxo no Brasil, Mercado de Luxo, Negócios do Luxo, Serviços de Luxo

BMW e Embraer: parceria perfeita na customização de jatos privados

Por Ricardo Ojeda Marins

Com uma série de vôos de demonstração no sul da França, a Embraer – fabricante brasileira de aeronaves – apresentou a nova geração de seus jatos executivos na Europa. Uma parceria seletivamente bem escolhida. As cabines de passageiros bem como a do piloto foram criadas no Studio da BMW DesignworksUSA, subsidiária do grupo alemão e especialista na criação de interiores, com base em Munique, com o objetivo de criar um novo padrão interno para os jatos executivos Phenon 100 e Phenon 300.

O jato executivo decorado pela BMW possui detalhes na cabine que lembram o interior do sedã de luxo Série 5. Há superfícies cromadas e revestidas em couro, material que foi utilizado nos assentos dos passageiros. A preparação da marca alemã inclui ainda aparelho de DVD com telas sensíveis ao toque pela cabine, sistema de som de alto padrão e iluminação ambiente por meio de leds.

Os clientes da Embraer que optarem pelo pacote da BMW para seu jato privado ainda tem a opção de escolher entre 7 cores para o interior da cabine, assim como diferentes colorações para os assentos e piso, que pode ser de madeira.

A estratégica parceria da alemã BMW com a Embraer para essa customização foi integrar os seus conhecimentos sobre as exigências feitas pelos clientes de alto poder aquisitivo adquirida na indústria automobilística para o interior dos novos jatos executivos da Embraer. As cabines buscam refletir o melhor em termos de funcionalidade, a qualidade do design mais seleto e facilitar a eficiência e utilização do espaço na cabine de passageiros e espaço para bagagens.  O luxuoso projeto também mostra um cuidado especial em proporcionar o melhor conforto ao piloto, cumprir os requisitos de um passageiro de negócios modernos e exigentes, combinando a estética com qualidade de luxo e design superior. A cabine (cockpit) do Phenom oferece aos pilotos o espaço mais genroso do Mercado, proporcionando-lhe conforto e liberdade. Atualmente, a fabricante nacional de aviões tem 100 modelos Phenon em fase de produção e mais de 600 pedidos em espera. Orgulho para a aviação executiva no Brasil e para todo o Mercado do Luxo no Brasil e no exterior.

Conheça mais detalhes:

http://www.embraerexecutivejets.com.br/portugues/content/aircraft/phenom100_three_view.asp

http://www.embraerexecutivejets.com.br/portugues/content/aircraft/phenom300_home.asp

Carros de Luxo, Mercado de Luxo, Negócios do Luxo

Carro de luxo ou consumidor de luxo?

Por Ricardo Ojeda Marins

Quando falamos em carros de luxo, logo nos vem em mente algumas características, como grande, espaçoso, imponente, um V8 ou até mesmo um V12. E é claro, algumas marcas que já estão previamente em nosso pensamento: Mercedes, BMW, Audi, Lexus ou Jaguar.

Mas isso mudou. Hoje em dia, é a marca, com seus atributos intangíveis que conta, ou seja, o sentimento do consumidor pela marca. Portanto, o luxuoso pode não necessariamente ser o produto top da marca. Os modelos de luxo ainda carregam com orgulho a sua marca-mãe, à qual é atrelado sempre o conceito de qualidade intrínseca do produto. Algumas marcas são sinônimo de referência de qualidade, design e prestígio.

Mas amanhã certamente haverá uma outra definição de luxo ou prestígio, porque a percepção dos consumidores está em constante mutação. E a concorrência no mercado automobilístico vem aumentando consideravelmente. No Brasil, por exemplo, modelos de automóveis como os utilitários esportivos de marcas como Toyota, Hyundai, Mitsubishi, Honda e outras, disputam o mesmo público-alvo, o consumidor de alta renda. E como conquistá-lo? Como atendê-lo, entendê-lo e encantá-lo? A conquista deste consumidor de luxo é um desafio mesmo para as marcas tradicionais, e se dará, efetivamente, pelas qualidades intangíveis oferecidas, tornando a aquisição de um carro uma experiência inesquecível. Um bem de luxo deve ser altamente desejado, almejado. Enquanto um bem de luxo é adquirido, pelo menos outras 500 pessoas gostariam de fazer o mesmo. O novo luxo é ser, sentir, experimentar, vivenciar, além de fazer parte do estilo de vida que o produto e a marca lhe proporcionam.

A questão da sustentabilidade também possui relevância e pode ser um dos fatores de decisão de compra. Os fabricantes de automóveis de luxo e até mesmo os do mercado de massa no mundo vem mostrando estudos de concepção de modelos com motores elétricos. A Tesla, fabricante de veículos de motor elétrico “high performance” presente nos Estados Unidos e Europa, por exemplo, apresenta o modelo Tesla Roadster(foto), esportivo de alto luxo com preço em torno de US$ 130mil. Mesmo ainda sem essa possibilidade no Brasil, o consumidor do luxo contemporâneo busca, além de realizar seus desejos e experiências, um comprometimento com o meio-ambiente, dando preferência a carros com menor índice de poluição. Esse é o luxo sustentável e consciente.

Luxo no Brasil, Negócios do Luxo, Varejo de Luxo

InBrands enriquece seu portfólio com as grifes Richards e Salinas

Por Ricardo Ojeda Marins

A InBrands e a Cia de Marcas anunciaram a associação firmada entre os dois grupos. As grifes cariocas Richards, Salinas, e Bintang, que compõem a Cia das Marcas, se unem ao portfólio já formado por renomadas grifes como Isabela Capeto, Alexandre Herchcovitch e 2nd Floor.

De acordo com o comunicado oficial da InBrands, os atuais sócios e gestores de cada marca continuarão à frente da direção criativa e comercial – Ricardo Ferreira, no comando da Richards e Jacqueline De Biase, no comando da Salinas. A proposta do grupo é beneficiar todas as outras grifes que fazem parte do portfólio da InBrands com a experiência em varejo da Richards, que conta com um patrimônio sólido:  67 lojas no Brasil, cerca de 180 pontos de venda, 2 lojas em Portugal, além de seu e-commerce para o público masculino e feminino. Vale lembrar que a Richards, fundada em 1974, foi a grife pioneira em lançar no Brasil um novo conceito de moda associado a um estilo de vida informal, requintado e casual.

Segundo a InBrands, essa união cria condições para um avanço significativo na estratégia da holding de construir uma plataforma de negócios eficiente e moderna para o setor de moda e vestuário no Brasil. Com este novo negócio, a holding, que confirma seu status de principal grupo de moda do país, prevê faturamento de mais de R$ 500 milhões para este ano.

Conheça mais detalhes: http://www.inbrands.com.br/

Hotéis de Luxo, Negócios do Luxo, Serviços de Luxo, Viagens e Turismo

Grife Louis Vuitton investe em hotéis de luxo

Por Ricardo Ojeda Marins

O grupo LVMH, maior conglomerado de grifes de artigos de luxo, vai entrar no negócio de gestão de hotéis de alto luxo, através de uma parceria inicial com a companhia egípcia Orascom Development Holdings para a construção de dois complexos turísticos no Oriente Médio.
Os hotéis portarão a marca Cheval Blanc, a mesma do complexo de esqui inaugurado na França em 2006 pelo Group Arnault – holding familiar de Bernard Arnault – presidente do conselho da LVMH.

Os hotéis também destacarão algumas das demais marcas do grupo LVMH -o resort Cheval Blanc, em Courchevel, estrelado no guia “Michelin”, oferece lojas Louis Vuitton e Dior, bem como um spa com a grife Givenchy.

Diversas marcas de moda e de luxo se diversificaram para o ramo da hotelaria, entre as quais Armani, Bulgari, e Versace. Seguindo essa tendência, a Louis Vuitton não poderia ficar de fora. A grife francesa é considerada uma das mais desejadas e alvo de cópia pelo mundo, um ícone do segmento, além de ser uma das grifes mais importantes do grupo LMVH, detentora também de marcas como Fendi, Acqua di Parma e Moët & Chandon.

A estratégia do grupo francês segue uma tendência de atrelar marcas consagradas à empreendimentos de serviços de luxo e que traz vantagens a todos do empreendimento. O grupo LMVH receberá royalties de seus parceiros e terá a oportunidade de exibir suas marcas. Os dois primeiros hotéis, que devem ser inaugurados em 2012 no Egito e em Omã, serão financiados majoritariamente pela Orascom. A LVMH administrará as casas e receberá uma porcentagem do faturamento e dos lucros. Os projetos custarão cerca de US$ 100 milhões, e a Orascom entrará com parte do valor, sendo o restante do capital vindo de outros investidores, entre eles o governo de Omã e bancos.

O hotel em Omã será um complexo de 32 casas privativas, a menor das quais com área de 500 metros quadrados. Todas elas terão praia e piscina exclusivas. No Egito, o hotel de 40 suítes ficará em uma ilha no rio Nilo, em Aswan.

Conheça mais sobre o grupo LMVH: http://www.lvmh.com/

Mercado de Luxo, Negócios do Luxo

O Novo Luxo: a busca de uma existência mais simples traz um valor essencial: o “ter” dá lugar ao “ser”

Por Ricardo Ojeda Marins

O comportamento do consumidor de luxo vem mudando e não é de hoje. Na verdade ele vem passando por uma revolução.  Se antes o luxo era atrelado à ostentação e ao excesso, hoje ele é mais consciente e está totalmente ligado a sensações e experiências. O consumidor contemporâneo está mais preocupado com o seu bem-estar. É o que indicam empresas de estudo de tendências. O novo luxo. Esse é o nome dado ao fenômeno que tem como premissa a busca de uma existência mais simples e, portanto, sem ostentação. Segundo Andrea Bisker, diretora da WGSN na América do Sul (empresa líder mundial em pesquisa de tendências, fundada em Londres em 1998), o valor de um bem móvel ou acessório fashion hoje tem mais ligação com o significado que ele representa do que com a quantidade de dinheiro desembolsado.

De acordo com Luz Vaalor, diretora da consultoria Valor Luxury Lab e palestrante do Mercado de Luxo, o luxo contemporâneo deixa de ter como objeto o produto em si e desloca-se para o subjetivo universo do consumidor, repleto de sentimentos, necessidades e valores que envolvem especialmente o aprimoramento sociológico do indivíduo. Hoje envolvido em questões como responsabilidade social e ecológica, o consumidor tem parâmetros para avaliar produtos ou serviços que, além de “lhe tocarem o coração” respondam à sua preocupação com valores essenciais à própria “moral da marca”, envolvendo pontos como a integridade da origem e da produção de seus produtos.

Fatores sócio-econômicos, por exemplo, podem explicar a mudança. É o caso da globalização ou da informação democratizada pela tecnologia, responsável por levar a um maior número de consumidores conteúdos antes restritos. Questões ambientais também são relevantes, incentivando a postura “eco-friendly”.

Esse consumidor não está apenas mais exigente, antenado e consciente com relação ao meio-ambiente e causas sociais. Ele busca a excelência em produtos e serviços, porém mais do que isso, ele busca ser atendido, entendido e busca experiências inesquecíveis. Você e sua empresa estão preparados para entendê-los e surpreendê-los?

Arte e Luxo, Hotéis de Luxo, Negócios do Luxo, Viagens e Turismo

Mansão de Gianni Versace é hoje hotel de luxo em Miami

Por Ricardo Ojeda Marins

Após ficar fechada por quase 13 anos, a mansão que pertenceu ao estilista italiano Gianni Versace, em Miami, é reaberta com o nome The Villa by Barton G., um hotel de luxo localizado na praia de South Beach. Construída em 1930 pelo arquiteto Alden Freeman, a Casa Casuarina, atual The Villa, do empresário Barton G. Weiss, é hoje um espaço que promete a seus hóspedes usufruir de experiências excepcionais em uma das cidades mais badaladas dos Estados Unidos, com um serviço inigualável e suítes elegantemente decoradas, preparadas para agradar aos mais exigentes viajantes.

Deleite-se sendo um hóspede de uma das 10 suítes elegantemente decoradas do Villa, com camas king size, banheiros espaçosos em mármore italiano, amplo closet. Você ainda poderá ter o privilégio de admirar o sol ou as estrelas de um dos salões superiores, jantar no restaurante do Villa, ou optar por café da manhã ou almoço à beira da piscina. Em apenas alguns passos do hotel, ainda poderá desfrutar de bons restaurantes, lojas e entretenimento.

As “amenities” do Villa incluem mordomos treinados na Inglaterra, lençóis de linho da grife Frette, produtos Thierry Mugler, Kindle para ler seu e-book preferido e é claro, internet wi-fi em toda a imensa propriedade.

Barton G. sabiamente achou que seria um bom negócio transformar a casa de Versace novamente em um ponto conhecido da cidade – mas fez questão de manter o gosto do estilista por dourados e tecidos suntuosos.

Além de poder ser um hóspede desse verdadeiro oásis, também pode realizar-se ali o seu evento pessoal ou corporativo, casamentos, recepções e proporcionar a você e a seus convidados uma festa admirada e inesquecível.

Conheça mais detalhes:  http://www.thevillabybartong.com/

Carros de Luxo, Mercado de Luxo, Negócios do Luxo

Lexus revela seu esportivo de luxo LFA, de 375 mil dólares

Por Ricardo Ojeda Marins

O Lexus LFA irá retornar a um dos seus cenários de sua concepção: o circuito de Nürburgring, na Alemanha. A pista, utilizada por 10 em cada 10 fabricantes para ajustar modelos esportivos, foi um dos celeiros para a criação do LFA, o primeiro superesportivo de alto luxo do grupo Toyota. E o retorno não poderia ser em melhor estilo. A Lexus reservou duas unidades dessa poderosa “máquina” para competir nas 24 horas de Nürburgring, uma das mais tradicionais corridas de resistência do mundo.

O queridinho de longa data de fotógrafos do famoso circuito alemão é uma oponente “super máquina” que, após longos dez anos de desenvolvimento, busca redefinir uma marca que veio para ser conhecida por construir carros que façam seus ocupantes desfrutarem da sensação de “flutuar”, além de ser, é claro, desejada pelos apaixonados por carros.

O LFA possui uma estrutura que é a prova de um estudo da eficiência aerodinâmica. Seu motor é 4.8 V10 de 552 cavalos, montado na frente. O preço para presentear-se com este pequeno mimo gira em torno de US$ 375mil, mas em uma tentativa de frustrar os especuladores que pretendam revendê-los imediatamente com preços inflacionados, a empresa planeja oferecer o carro nos Estados Unidos apenas através de locação por dois anos, com preço mensal ainda não divulgado. Poucos afortunados locatários americanos ainda poderão ter seus carros construídos por encomenda, e ter o privilégio de escolher entre 30 cores. Isso é que é um luxo customizado.

Apesar do preço do LFA, sua controladora, a Toyota, poderá sofrer uma perda em cada carro. Os planos para a criação de apenas 20 unidades por mês durante 25 meses consecutivos renderão a produção total de 500 veículos, dos quais apenas 150 atenderão à América. As entregas devem ter início no início de 2011.

Conheça mais detalhes:

http://www.lexus-lfa.com/

Mercado de Luxo, Negócios do Luxo, Serviços de Luxo

Luxo Consciente : Sustentabilidade como ferramenta de conquista de simpatia do consumidor

Tiffany Sustainability

Por Ricardo Ojeda Marins

As grandes e prestigiosas marcas de luxo sempre foram conhecidas por sua incrível e capacidade de lançar tendências. Basta que um acessório, cor ou tecido seja apresentado com sucesso nas passarelas para a novidade ser alvo de desejo presente nas maiores redes de varejo de moda distribuídas pelo mundo. Porém, a recente crise econômica que abateu boa parte da economia de países desenvolvidos e o surto de comedimento gerado por ela inverteram esse processo. Agora, as grandes grifes que perseguem uma “moda”: a da sustentabilidade. Claro que não nasceu um repentino amor pelas florestas ou por comunidades de países devastados por guerras e pela miséria. Muitas companhias foram sensibilizadas por uma lógica puramente econômica. Nos últimos dois anos, segundo dados da consultoria Bain & Company, o mercado de luxo mundial sofreu retração de mais de 10% – uma conta de quase 25 bilhões de dólares. Para enfrentar esses tempos difíceis, as marcas de luxo encontraram no apelo ecológico e na postura politicamente correta a maneira mais eficiente de fazer com que o consumidor não se sinta tão culpado ao desembolsar uma pequena fortuna por uma bolsa ou uma roupa tão desejada.

O primeiro a aderir ao “luxo com consciência” foi o grupo LVMH, dono de marcas como Fendi, Louis Vuitton e Donna Karan. Em maio de 2009, o maior conglomerado de luxo do mundo adquiriu 50% de participação na grife Edun, que foi criada pelo cantor Bono Vox para promover o desenvolvimento em países pobres – o algodão usado nas peças, por exemplo, é cultivado por pequenos produtores da África. Outras grifes internacionais, como a Tiffany&Co, que deixou de empregar corais na fabricação de suas jóias, também vem participando ativamente com políticas de responsabilidade social. Na foto acima, pode-se observar uma peça de edição limitada, criada por Marc Jacobs exclusivamente para campanha beneficente da grife Louis Vuitton, em leilão realizado em Londres no ano passado.

Uma das estratégias mais estruturadas é a da Cartier, responsável pela compra de 1% de todo diamante usado em jóias no planeta. A marca francesa mobilizou o Responsible Jewellery Council, que reúne 150 fabricantes de jóias, para convencer todos os associados a exigir de seus fornecedores uma certificação ambiental e social – de modo a garantir que as pedras preciosas utilizadas em suas peças não tenham nenhuma ligação com zonas de conflito, sobretudo na África.

Embora o ímpeto sustentável tenha se intensificado em 2009, algumas marcas de luxo já vem empenhando-se numa espécie de marketing verde há pelo menos cinco anos. Apesar do engajamento demonstrado por elas, ainda é cedo para saber se o apelo ecológico veio mesmo para ficar – ou se não passa de mero artifício para enfrentar os tempos duros. Como boa parte dessas empresas não revela quanto vem sendo investido, fica difícil saber o seu real grau de comprometimento. Seja apenas por estratégia e/ou pela conscientização em si, o importante é saber que, boa parte das marcas tem uma política de sustentabilidade que, aliás, é algo admirado pelo consumidor contemporâneo e fator decisivo de compra para muitos. O consumidor contemporâneo está disposto a pagar uma fortuna por um bem de luxo e a reputação da empresa será, com certeza, algo que o tornará um consumidor do luxo consciente.

Você e a sua empresa estão preparados para engajar-se nesse movimento?

Luxo no Brasil, Mercado de Luxo, Negócios do Luxo, Varejo de Luxo

Burberry volta ao Brasil por Brasília

Por Ricardo Ojeda Marins

A grife britânica Burberry, uma das mais valiosas do mundo, volta ao Brasil, e dessa vez com a primeira loja própria no Shopping Iguatemi de Brasília.

Famosa pelo seu luxuoso xadrez que estampa roupas, bolsas e acessórios, ela tem um enorme número de admiradores em diversos países, e agora está de volta, em grande estilo, com a sua principal tendência internacional.

A inauguração está prevista para 30 de Março de 2010.

Conheça mais sobre o Shopping Iguatemi de Brasília pelo endereço:

http://www.iguatemibrasilia.com.br

Luxo no Brasil, Mercado de Luxo, Negócios do Luxo, Varejo de Luxo

Shopping Vila Olímpia com foco no consumidor de Luxo

shopping vila olimpia

Por Ricardo Ojeda Marins

A Vila Olímpia, em São Paulo, se tornou conhecida na última década por abrigar algumas das mais sofisticadas casas noturnas paulistanas. Mas a região não vive só de mauricinhos, descolados e patricinhas. O surgimento de muitos edifícios comerciais permitiu que grandes empresas, muitas delas multinacionais transferissem suas sedes e escritórios para o bairro.

Inaugurado em novembro de 2009, um dos empreendimentos mais aguardados da cidade de São Paulo, o Shopping Vila Olímpia foi planejado para atender a esse público exigente, proporcionando ali compras, serviços, lazer e cultura em um ambiente agradável, moderno e aconchegante. São 187 lojas em seis pisos, sete salas de cinema de última geração e teatro com 600 lugares, além de um boliche super moderno com 12 pistas e um andar inteiro com ótimos restaurantes e praça de alimentação completa. Aramis Femme, H. Stern e L’occitane são algumas das lojas de luxo do shopping.

Até o início o século, os shoppings Iguatemi e Morumbi eram os que estavam mais bem posicionados para aproveitar o grande fluxo de pessoas abastadas entre o Itaim, a Vila Olímpia e o Morumbi.

Além da luxuosa Villa Daslu já presente na Vila Olímpia desde 2005 e do Shopping Vila Olímpia, o bairro em breve ganhará mais um luxuoso e prometido centro de consumo, o JK Iguatemi, prometido para outubro de 2010. O charme da região, criado pelo Shopping Iguatemi e seu sucesso com certeza despertou o interesse dos concorrentes.

Conheça mais detalhes:

http://www.scvilaolimpia.com.br/

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